Os Estados Unidos enfrentam uma das maiores crises no setor aéreo. O motivo é o Shutdown Federal, que se tornou o mais longo da história do país e vem afetando diretamente as operações aeroportuárias e a malha aérea nacional.
As reduções operacionais já começaram em cerca de 4% dos voos e podem ultrapassar 10% até 14 de novembro, segundo estimativas oficiais. As restrições impactam principalmente grandes hubs do país, como os aeroportos de Nova York (JFK, Newark e LaGuardia), Chicago (O’Hare), Atlanta (Hartsfield-Jackson), Dallas-Fort Worth, Washington D.C., San Francisco e Los Angeles (LAX).
Segundo o site FlightAware, mais de 2 mil voos foram cancelados no último fim de semana. Os atrasos diários já passam de 8 mil. A aviação comercial é a mais afetada, mas a executiva também enfrenta restrições em 12 grandes aeroportos. Jatos privados agora precisam operar em pistas secundárias.
Essa crise evidencia como fatores políticos e administrativos podem gerar impactos imediatos na mobilidade global, exigindo atenção redobrada de empresas e viajantes que têm voos com conexão ou destino aos Estados Unidos.
Estamos acompanhamos de perto os desdobramentos dessa situação para manter nossos clientes informados e minimizar possíveis impactos nas viagens corporativas e a lazer.